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Tocantins,13/05/2026

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    Seminário, promessas e troca de mensagens: o que se sabe sobre caso de padre condenado por estupro e cárcere privado de jovem

    O caso tem ganhado repercussão nacional, inclusive no Vaticano sobre a conduta do Padre e Vaticano pede a destituição do mesmo de suas funções

    Portal To na Hora
    Seminário, promessas e troca de mensagens: o que se sabe sobre caso de padre condenado por estupro e cárcere privado de jovem Imagem do Padre que abusou do jovem




    Padre é preso suspeito de enganar e estuprar jovem que quer ser seminarista
    O padre Marcos Aurélio Costa da Silva foi condenado em segunda instância pelos crimes de estupro e cárcere privado com finalidade libidinosa. A vítima dos crimes, registrados em 2019, é um jovem de 18 anos, natural de Pernambuco, que sonhava em ingressar no sacerdócio. O religioso usou a promessa de auxiliá-lo com uma carta de recomendação vocacional para atrair o rapaz para Palmas, onde ele foi mantido em cativeiro.
    A condenação impôs uma pena de oito anos de prisão em regime semiaberto. Este é o segundo registro criminal envolvendo o réu. Em 2015, ele chegou a ser preso por suspeita de mostrar pornografia a um adolescente em Gurupi.
    A defesa de Marcos Aurélio informou ao  Portal To Na Hora , por telefone, que, como durante o julgamento houve um voto divergente entre os desembargadores, foi apresentado um recurso chamado embargos infringentes.
    O Portal To na Hora  pediu informações sobre a atual situação do padre dentro da Diocese de Porto Nacional, mas não teve resposta até a última atualização desta reportagem. 

     Quem é o padre?
    O réu condenado é Marcos Aurélio Costa da Silva. Em 2015, o padre atuava em uma paróquia na cidade de Peixe, região sul do Tocantins. Em 2018, ele foi suspenso e parou de exercer suas funções eclesiásticas, segundo a Diocese de Porto Nacional. Um ano depois, Marcos foi preso em Palmas, suspeito de abusar sexualmente de um jovem de 18 anos.
    Por quais crimes o padre foi condenado?
    Marcos Aurélio foi condenado pelos crimes de estupro e cárcere privado com finalidade libidinosa. A decisão foi proferida em segunda instância, após apelação do Ministério Público do Tocantins (MPTO).
    O MPTO recorreu contra a sentença de primeiro grau, que havia absolvido o réu ao reconhecer a existência de dúvida quanto à autoria dos crimes. A decisão de condenação se baseou na veracidade do relato do jovem, confirmado por laudos técnicos, impactos psicológicos e testemunhos, além do histórico de condutas semelhantes do réu.
    Suspeito de abuso sexual foi preso em Palmas
    Reprodução




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